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28 de julho de 2014

Greve no transporte coletivo é descartada por pelo menos dez dias

Por William Batista


Em assembleia na noite desta segunda-feira (28) no Terminal Central, os trabalhadores do transporte coletivo rejeitaram a greve programada para esta terça-feira. A decisão foi tomada depois de uma proposta vinda do prefeito Marcelo Rangel, que pediu diretamente ao presidente do Sintropas, Ricardo Peloze, um prazo máximo de dez dias para tentar um acordo entre a empresa e o sindicato. Se nada for feito neste período, os funcionários da Viação Campos Gerais (VCG) prometem uma paralisação de 100% da frota, mesmo com o risco de pagar multa diária estimada em R$ 100 mil. Ainda durante a assembleia, alguns trabalhadores se mostraram preocupados com a possibilidade de o governo municipal não cumprir com o prometido.

Mais cedo, em audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) em Curitiba, nenhum acordo foi firmado. A desembargadora Ana Carolina Zaina decretou que se houvesse a aprovação da greve, 50% da frota teria que rodar em todos os períodos. A audiência começou por volta das 10h e terminou às 12h17.

A assessoria de imprensa da VCG ainda não se pronunciou com informações sobre as possíveis negociações citadas pelo prefeito, que podem ser feitas para tentar colocar fim à paralisação. A empresa diz que se houver paralisação a mesma será encarada como ilegal perante a justiça, já que a empresa cumpriu sua parte no acordo da primeira reunião no TRT. Naquela oportunidade, ressalta-se que houve a proposta do repasse de um subsídio de R$ 2,4 milhões para atender ao pedido dos trabalhadores que reivindicam aumento salarial e no vale-alimentação, que foi rejeitado pela maioria dos vereadores, não havendo o repasse.

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